Índice FipeZap verifica preço médio em 11 cidades brasileiras; inflação no período foi de 2,23%


FipeZap: Florianópolis (9,20%) e Brasília (7,16%) tiveram as maiores altas do ano (Dado Galdieri/Bloomberg)

O valor médio do aluguel de imóveis no país subiu 0,36% em junho e completou o sétimo mês seguido de alta, segundo o Índice FipeZap. O indicador acompanha o preço médio de imóveis anunciados na plataforma para alugar em 11 cidades brasileiras.

Com isso, os aluguéis acumulam alta de 3,45% no primeiro semestre do ano, ficando acima da inflação no mesmo período, que foi de 2,23% pelo IPCA. Em 12 meses, o FipeZap aponta alta de 3,85% dos aluguéis, para uma inflação que foi de 3,37%.


Isso significa que os proprietários que alugam seu imóvel estão voltando, aos poucos, a ter ganhos reais, depois de momentos em que os reajustes não conseguiam recompor as perdas com a inflação. A inflação especialmente baixa tem ajudado a aliviar essas margens – em junho, ela foi praticamente zero (o IPCA avançou 0,01% no mês).


Preço por cidade

Em junho, 8 das 11 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap registraram alta acima da inflação do mês no preço do aluguel residencial, com destaque para Florianópolis (1,27%) e São Paulo (0,87%). As outras três tiveram queda: Rio de Janeiro (-0,08%), Recife (-0,43%) e Belo Horizonte (-0,52%).

No semestre, Florianópolis (9,20%) e Brasília (7,16%) lideram as altas, enquanto Salvador (1,58%) e Belo Horizonte (1,62%) têm as variações mais baixas. Em São Paulo, o preço médio do aluguel subiu 4,74% no semestre e, no Rio de Janeiro, 1,75%.

Quanto menor a variação, maior tende a ser o poder de barganha do locatário na hora de negociar o preço ao alugar um imóvel ou renovar o contrato.

A seguir, confira o preço médio do metro quadrado anunciado para locação e a variação dos preços nas 11 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap:




Retorno do investimento em imóveis

Em junho, o retorno médio daqueles que optaram por alugar seu imóvel foi de 4,6% em um ano, de acordo com o FipeZap, já ligeiramente acima do retorno de 4,43% registrado em 2018.

A rentabilidade do aluguel é uma maneira de comparar o retorno de quem investiu na compra e aluguel de um imóvel com os ganhos que poderia ter caso tivesse o mesmo dinheiro em outros investimentos.

A conta é feita por meio da divisão entre o preço médio de locação mensal e o preço médio de venda mensal. A taxa ao ano é obtida multiplicando-se o resultado por 12.

Apesar de estar crescendo, o retorno do aluguel de imóveis ainda está abaixo da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano, o menor nível de sua história.

Como a Selic serve de referência para os investimentos de renda fixa no país, isso significa que ainda é possível encontrar outras opções de renda fixa no mercado financeiro mais atraentes do que o aluguel de imóveis.


Retirado de: https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/aluguel-sobe-345-no-primeiro-semestre-e-fica-acima-da-inflacao/

Como funciona esse modelo de negócios que vem sendo adotado por muitas empresas no mercado imobiliário.


Por Gabriel Pellegrine


Sale-Leaseback é um termo em inglês para designar um tipo de contrato feito na compra e venda imóveis. Esse modelo funciona da seguinte forma, uma empresa que é dona de um imóvel vende ele para um investidor imobiliário, porém ela irá locar o lugar de volta. Ou seja, a empresa que vendeu seu imóvel continuará hospedada naquele lugar, como mostra a arte abaixo.



Ilustração Sale-Leaseback

Você deve estar se perguntando, o porquê de alguém vender algo para alugar novamente? O Sale-Leaseback trás uma série de benefícios para a área financeira da empresa o que pode ajudar no desenvovimento do negócio.


Atuando na área de Bussiness Development da Primaz Corporate, Felipe Laragnoit Leite, explica quais são essas benesses que a empresa pode ter, "uma das vantagens é a geração de caixa para a empresa que está vendendo o empreendimento possibilitando ter mais capital de giro".


Outro benefício citado por Felipe é a diminuição de custos fixos, uma vez que a gestão e manutenção da propriedade passa a ser do novo dono. Com essa diminuição de gasto é mais dinheiro gerado para investimento no próprio negócio. Ele ainda completa, "não têm sentido uma empresa ter um imóvel se esse não estiver relacionado a nenhuma de suas atividades-fim."


Mas e qual a segurança de que o novo proprietário irá locar o imóvel para o antigo dono? Felipe explica que no Sale-Leaseback o contrato de locação será concretizado, até porque isso é um preocupação do novo proprietário. O novo dono só entra nesse negócio pois tem a segurança de que não precisará procurar um novo locatário.


"A locação do imóvel será a longo prazo. A duração pode variar, mas, geralmente, dura cerca de 10 anos a partir da assinatura do contrato. Assim o novo proprietário terá uma segurança de que terá retorno no investimento", diz Felipe.


Em resumo o Sales-Leaseback pode ser uma operação muito vantajosa, principalmente, para empresas que necessitam de uma melhora na sua renda ou que estão em crescimento e precisam de dinheiro para investir.


Para facilitar, listamos as principais vantagens do Sale-Leaseback que abordamos nesse post:


1. Dinheiro para investimento na própria empresa.


2. Corte de gastos com manuteção do imóvel.


3. Contrato de locação a longo prazo, proporcionando assim segurança para locador e locatário.


Imagem retirada de: https://www.bloglogistica.com.br/mercado/entenda-o-que-sao-os-galpoes-industriais-e-logisticos/

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Atualizado: 18 de Jun de 2019

Ambientes corporativos colaborativos, flexíveis e disruptivos, em alta na arquitetura em todo o mundo, já são realidade também no Brasil



(Bresco/Divulgação)

Por Revista Exame

Nos últimos anos, empresas do mundo inteiro se tornaram mais preocupadas em criar ambientes de trabalho que encorajem a inovação e a troca de experiências entre seus profissionais. Com isso, elas buscam aumentar a produtividade, os resultados e também ampliar a satisfação dos funcionários, adotando modelos de relações funcionais mais horizontalizados, que flexibilizem as tradicionais hierarquias piramidais.


Essa tendência encontra reflexos também nos projetos de arquitetura e design de interiores corporativos dos principais centros empresariais do mundo. Um dos mais renomados escritórios de arquitetura dos Estados Unidos e um dos pioneiros em projetos que revolucionaram os espaços corporativos, o Skidmore, Owings & Merrill (SOM), baseado em Nova York, enxerga essa tendência como global e sem volta. “O design dos escritórios pode variar de país para país, dependendo de culturas locais – como a necessidade de espaços para almoço ou para um descanso no meio da tarde –, mas esse movimento de ruptura acontece no mundo todo”, afirma Stephen Apking, sócio especializado em design de interiores do SOM, que há mais de 80 anos atua na área com projetos de engenharia e planejamento urbano em mais de 50 países.


Para ler a matéria completa acesse: https://exame.abril.com.br/negocios/novo-conceito-de-escritorio-reflete-tendencias-globais/?utm_content=chamadaunica&utm_campaign=conteudos-bresco&utm_medium=native-list-g&utm_source=exame_ultimas-noticias_ads



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